Pedras queimadas

PEDRAS QUEIMADAS (*)

DOCE ELEGIA DE AMOR
OU AMOR EM PANDEMIA?
RETRATA A ALERGIA À DOR
DE FICAR PRA SIMPLES TIA?

SINCRONIA DE SABORES,
NO POR-E-NASCE, SENTIA,
FICA À MERCÊ DE CORES
DO SOL QUE SÓ ARDIA.

NUM DUETO, EXTINTORES
DE ALMAS, CANTANDO, VIA
ZÉ, ELBA E UMA COTOVIA.

SE FOSSE COMO TENORES,
QUE POETIZAM OS AMORES,
EU O FARIA À LUZ DO DIA.

*******

(*) Soneto composto a partir da música “Chão de Giz”, de Zé Ramalho.

40 Rua Tenente Silveira, Centro - SC, 88010, Brazil

3 respostas para “Pedras queimadas”

  1. Ebrael:
    “Num dueto, extintores.. de alma”… nossa, voei nos sentidos dessas palavras!

    As vezes precisamos colocar em evidencia, à luz do dia e da sapiencia, os sentimentos.

    Beijos

  2. Olá Ebrael:

    Estou aprendendo a curtir uma boa poesia a partir de seu blog.

    O Zé e a Elba são dois grandes talentos que promovem grandes obras e merecem essa homenagem.

    Parabéns pela poesia.

    ABS

    1. Gosto de sublimar emoções assim, tendo em perspectiva as emoções de outras pessoas.
      Obrigado pela presença! Teu blog também sempre me traz boas coisas pra pensar, assuntos polêmicos e variedades!

      Abçs!

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