Limbo de Tudo

(Poema publicado como complemento em nota no Facebook, intitulada A última ilusão, no dia 20 de fevereiro de 2018.)

A Vida é dor;
Não há mais dor.

Amar dói,
Como a Noite finda,
Como a garoa fria
Ao fim do dia.

Vida e Morte:
Sombras do mesmo defunto
Não nascido, não gerado.
Feliz Vida, Sorte.

Morte e Vida:
Sonhos em sequência infinita,
Recompensa jamais vista.
Contra a Morte, destemida.

Se navegam como partes,
Como o Todo, não verão;
Se navios só forem partes,
Do Mar, não sairão.

(Todos os direitos reservados, © Ebrael, 2018).

4 respostas para “Limbo de Tudo”

  1. UNIVERSALIZAR É PRECISO PARA ENXERGAR QUE TUDO É DOR, E AÍ TER RAZÃO E FORÇA PARA TRANSCENDER, SAINDO DO QUE CHAMAM “VIDA” E ENCONTRAR O VERDADEIRO AMOR. PARABÉNS PELO POEMA! ABRAÇOS FRATERNOS, SEMPRE!

      1. NÃO CALCULA COMO ME DEIXA FELIZ COM SUA RESPOSTA! TE AFIRMO QUE NÃO EXISTE PESSOA ALGUMA NESTE MUNDO QUE QUEIRA MAIS O SEU VERDADEIRO BEM DO QUE MINHA PESSOA! QUE LHE CUBRAM TODAS AS GRAÇAS DO MUNDO TRANSCENDENTAL, EXTENSIVAS A TODOS QUE LHE RODEIAM COM GRATIDÃO E SINCERA AMIZADE! GRANDE ABRAÇO MEU IRMÃO!

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