Dilma Rousseff e sua obsessão pelo Aborto

A presidente Dilma Rousseff, hoje, foi mais presidente do que candidata“, comentou uma jornalista num jornal da Globo News agora à noite, referindo-se à sua vergonhosa sanção, sem vetos, do PLC 03/2013. Na prática, deixa-se brechas para o aborto em casos não previstos em Lei, já que o conceito de violência sexual não é determinado pela lei, substituindo tal conceito pela vaga expressão “relações sexuais não consentidas”.

Dies Irae | Dilma, a mentirosa, sanciona lei que abre brechas ao aborto!

Não, Dilma Rousseff não agiu como presidente dos brasileiros, mas como mercenária da ONU e psicopata, ideologicamente infectada pelo vírus comunista. Se fosse presidente dos brasileiros, teria levado em conta a esmagadora rejeição ao aborto da maioria da população. Se fosse presidente, não teria permitido que seus asseclas abortistas tivessem composto um projeto de lei que fere a Constituição e usa de sutilezas semânticas mal elaboradas para ludibriar os parlamentares e enganar os idiotas úteis, frouxos e covardes, do setor politicamente “correto”.

Poderia listar todas as flagrantes inconstitucionalidades contidas no texto da famigerada lei, mas vou citar apenas uma:

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Militantes gays e feministas em sua intolerância: quem vai preso?

Estou entrando com representação junto à Ouvidoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro pela manifestação de intolerância religiosa e atentado violento ao pudor cometida por um bando de criminosos cristofóbicos e racistas altamente preconceituosos, composto principalmente de militantes gays e feministas da Marcha das Vadias (ou seriam vadias em marcha??).

A manifestação criminosa aconteceu durante a Jornada Mundial da Juventude, em praça pública, na praia de Copacabana, diante de todos os passantes. Realizou-se ultraje explícito aos símbolos de Fé de milhões de brasileiros em cenas de bizarrice e retardo mental flagrante.

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Diga NÃO ao aborto! Diga SIM à Vida!

Obviamente, por eu ser católico, esse tema é (e continuará sendo, enquanto necessário) recorrente neste blog. Mas este assunto é concernente não apenas aos cristãos (genuínos), mas a todos que têm bom senso e são norteados pelo sentimento de Amor à Vida. Há um conflito de matiz ideológica no Brasil (e no Mundo) entre os que defendem o Direito à Vida (art. III da Declaração Universal dos Direitos Humanos) e os que buscam relativizá-lo em prol de suas irresponsabilidades (esses, todos, socialistas e esquerdistas), promovendo o aborto, a eutanásia e a destruição do modelo familiar que garante a continuidade da Civilização.

Utilizando uma das táticas apregoadas por Antônio Gramsci – a saber, a “ocupação de espaços” -, defensores do aborto e outras aberrações socialistas buscam tornar a prática do aborto algo a que a população se acostume, sempre se utilizando de argumentações vazias e a defesa de falsos direitos, ou simplesmente tentando ganhar a parada no grito histérico, principalmente dos LGBTs, que se acham inatacáveis.

É sempre assim! Eles não se cansam, mesmo se contradizendo, ainda que a população diga mil vezes “não” ao aborto, eles não se cansam. E por que não desistem? Não desistem porque isso tudo faz parte de uma agenda unificada, mundial, coordenada por poderosas instituições internacionais e alavancadas pela grande mídia. É preciso que as pessoas se conscientizem acerca dessa situação e se posicionem, exercendo, através de sua cidadania, pressão sobre as autoridades e parlamentares eleitos para que enterrem esses projetos assassinos.

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Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal

Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

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