O Talmud e o racismo judaico

Introdução

Não sei que misteriosa poção de titica as pessoas tomaram para repudiar qualquer denúncia contra ações de judeus ou algumas de suas crenças imundas como sendo crime racial, antissemitismo. Talvez, mais pareça como crime racial da parte de seus críticos porque vemos a maioria dos judeus agindo como se fossem um só corpo, onde quer que estejam. Assim, toda crítica a um judeu parece tomar a aparência de discriminação a todos os judeus. Mas, se tal judeu fosse um criminoso, seria prudente não acusá-lo? Tal comportamento sincrônico da maioria dos judeus seria fruto de alguma ortodoxia religiosa, solidariedade em prol de sua sobrevivência ou de simples desprezo xenófobo pelos goyim (não-judeus)?

Após o “Holocausto” judeu na Segunda Guerra Mundial, muito pouca gente ousou falar um “ai” contra as ações de quaisquer judeus, por medo de ser acusada, covardemente, de apologista do ódio racial. Os objetivos de Hitler acabaram servindo muito mais aos sionistas, propugnadores do roubo da Palestina, do que, propriamente, ao alegado extermínio de judeus.

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